Este mês de julho trouxe Ananda e Ulisses a Salvador, fugindo do frio enregelante de Curitiba. Aqui, nosso meninino recebeu mais uma festa comemorativa de seu décimo aniversário de nascimento, que na capital paranaense isso aconteceu de forma muito tímida, dada a quase inexistência de amigos fora do ambiente escolar. Aproveitando a visita, a família organizou também um chá de fraldas para a mais nova intengrante de nosso clã, a pequena Violeta, por enquanto acondicionada confortavelmente no ventre amoroso de sua mãe.
domingo, 20 de julho de 2025
Novo integrante (off)
Eis que este espaço de convivência de meus netos Muniz vai ganhar uma nova integrante: Violeta vem aí!
É ela a irmãzinha de Ulisses, prima de Pedro, Laura e Otto. Filha de Ananda e Gabriel, ela se apresenta com pelo menos duas tarefas a desempenhar: primeiro, destronar Laurinha e, depois, mudar o status de filho ùnico que cabia a Ulisses.
Violeta também traz com ela um referencial m uito importante nestes tempos de profundas transformações no planeta e na Humanidade: seu nome remete não propriamente a uma belíssima flor, mas principalmente à cor associada à chama que identifica o padrão vibratório do mestre ascenso Saint Germain, um dos avatares que, abaixo do Cristo Planetário, são responsáveis pelos destinos de nossa tão sofrida humanidade.
Diploma (off)
terça-feira, 29 de abril de 2025
Senhora dona Laura (off)
terça-feira, 11 de fevereiro de 2025
Não falo, não ouço, não vejo (off)
quinta-feira, 9 de janeiro de 2025
Eis-nos de volta (off)
Há muito a relatar neste espaço em que meus netos - além de Pedro, Laura e Ulisses, agora há Otto, o caçulinha que ainda não fala e por isso não tem voz aqui, embora já faça suas peraltices - têm presença cativa e preponderante.
Hoje, neste dia de retorno após um longo quão indesejável intervalo, peço vênia para relatar uma pequena maravilha que talvez o "sangue" explique.
Como é sabido, Ulisses e seus pais vivem hoje em Curitiba, mas nas férias de Verão eles vêm passar pelo menos um mês conosco, quando o menino se esbalda nos passeios e na comilança.
Ontem, por exemplo, num passeio de ônibus pela orla marítima de Salvador, ele apreciava o mar quando sua avó Bia - ele se divide entre nossa casa e a residência dos outros avós, Lea e Gustavo -, depois de futucar em sua bolsa, deu ao menino um pedaço de papel.
Ulisses, meditabundo naquele momento, perguntou: "Vovó, você tem uma caneta?"
De posse do instrumento, ele passou a escrever no pedacinho de papel e daquela cabecinha cismarenta brotou este haicai:
"O céu encontra o mar
E o sol risca o mar
Lá do céu"
Achei isso uma maravilha e reputei o fato ao gosto pela poesia que herdei de meu pai e está presente principalmente em Pedro, o primeiro neto. Por que não seria assim com Ulisses?