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sexta-feira, 3 de março de 2017

(off) Segredo

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O carnaval de Pedro e Laura acabou hoje, quando o Papai Alexandre os trouxe para casa depois de uma ausência de quase uma semana. Estão aqui comigo e com a Vovó Bia, enquanto a Mamãe Sal se despede de sua majestade o rei Motorola. Adormeceram ainda há pouco, a contragosto. Antes de pregar os olhos, Pedrinho me vem com esta:
- Vovô, eu tenho um segredo para lhe contar, mas acho que você já sabe.
Abandono o texto que escrevia no computador e vou até ele, deitado no sofá-cama:
- Qual é o segredo?
- Eu só durmo com música de ninar.
Então me ofereço para auxiliar, seu sono entoando parte do repertório usado para acalentar os netos, desde o mesmo Pedro até Ulisses, lembrando das canções de Passoca, Chico Buarque e Palavra Cantada. E ele dormiu rapidinho.. .

sexta-feira, 8 de abril de 2016

(off) Ponga


Já é tradição os meninos - Pedro e Laura - dormirem na casa dos avós uma vez por mês, na data do desaniversário de cada um deles - respectivamente, nos dias 10 e 11. Nesta sexta-feira, 8 de abril, quem passará a noite com este Avô e Vovó Bia é Ulisses, também pongando no privilégio concedido aos primos. Acontece que ele também nasceu num dia 11, assim como Laurinha, e vemos que não é possível trazer os dois ao mesmo tempo, porquanto Ulisses ainda é um bebê. De qualquer modo, será a primeira vez dele e principalmente eu estou muito curioso sobre como será esta noite com nosso menininho aqui...

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

(off) Noites no sofá


Pois é, desde a terça-feria, quando vovó Mara eve que voltar para Feira de Santana, os pimpolhos estão dormindo aqui em casa. Ou estavam, posto que Pedro decidiu fazer companhia à mãe ontem á noite, comprometendo-se ao bom comportamento, em respeito à necessidade de repouso de Sal, que ainda não pode receber nem dar abraços como antes. Desse modo Laurinha ficou nossa hóspede e ontem, para não deixá-la rainha do sofá, fui dormir com ela. "Dormir" é modo de falar, pois a toda hora eu acordava com os chutes e sustos que ela me dava, sem saber que era eu ao lado dela, e também pela preocupação de que a menina caísse, como quando ela empurrou as almofadas que lhe davam proteção, derrubando o telefone na mesinha ao lado - e eu nem ouvi o barulho! Perto da aurora eu a ajeitei sobre o travesseiro e dei-lhe parte do lençol que me cobria e, enquanto eu a mudava de posição, ela abriu os olhos, olhou para mim e pediu: "Gagau!" Mas virou-se para o lado e continuou a dormir.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

(off) Hora certa


Ultimamente tenho me habituado a subir com Laurinha para o apartamento deles e ficar lá entretido com ela até que ela dorme. Normalmente, durmo um pouco também, até Sal, minha filha, chegar com Pedro, e então me despeço, depois de rezar com ele o Pai Nosso. Ontem, a mãe, cansada da lida, chegou comentando que tinha falado que precisa dormir até mais tarde e perguntou a ele até que hora ficariam na cama. E ele respondeu, espontaneamente: "Até oito!"
Pois bem. Agora há pouco, Sal me contou que efetivamente ele despertou às oito horas para tomar o mingau e depois quis brincar, quando a mãe falou que ainda era cedo e que poderiam dormir um pouco mais. Então, Pedro simplesmente virou para o outro lado, com a cabeça no travesseiro, e voltou a dormir. E os três dormiram tanto que foram acordados por Vó Bia, meia hora depois das oito...

domingo, 4 de outubro de 2009

O bicho!



Meu domingo foi literalmente o bicho! Depois que meu avô terminou seu trabalho no Centro, fomos todos - menos minha Dinda - ao Jardim ZOológico, para eu conhecer os bichos de lá. Até então eu só conhecia formiga, passarinho e a turma do Cocoricó...
Mas, como sempre acontece, o movimento do carro de meu Papai na estrada me faz dormir e eu cheguei ao Zoológico com os olhinhos fechados e não vi os macaquinhos que vivem soltos nem os que vivem presos.
Não vi as grandes aves nem os hipopótamos e só despertei quando à área das cobras - aí eu pude ver um monte de bicho interessante e estranho! Vi as iraras, meu vô me mostrou as patas do lobo guará escondido atrás das palmeiras, vi o camelo, os avestruzes e as emas, vi um gato fedorento que meu Vô disse ser jaguatirica, vi dois gatos grandões - o leão e a leoa!
Também vi muitos peixinhos, os jumentos, os touros e uma vaca que vivem junto com dois cabritos. Vi um pavão, todo colorido, meu Vô me levou até bem pertinho dele, mas ele fugia da gente. Na saída é que eu consegui ver os macaquinhos soltos, bem parecidos com os miquinhos que vêm comer banana na janela de minha Dinda...
Minha Vó fez fotos.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Demora


Ao contrário da previsão de meu Vô Chico, meus dentes superiores ainda não apareceram... vou aproveitar para cochilar um pouquinho!

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Véspera





Amanhã é dia 10 de janeiro e será um sábado muito especial, pois vou comemorar meus quatro meses de idade. Minha Mamãe e minha Dinda já confeccionaram o painel festivo e minha Vó Bia já encomendou o bolo, que meu Vô Chico foi intimado a pagar. Minha Mamãe também comprou um cortador de bolo luminoso que toca parabéns para mim. Que chique, hem?
Hoje minhas tias Angélica e Cláudia mais minha vó Dione vieram me ver. Fiquei foi contente. E meu Vô ainda fez uma cantoria no meu violãozinho.
Outra coisa boa foi o banho na banheira nova. Nova quer dizer: a primeira que ganhei e que ainda não tinha usado depois da mudança para o apartamento novo. Fiz mais folia e derramei bastante água no chão para meu Vô limpar tudo depois.
Agora vou dormir, pois estou cansadinho e minha Dinda, que tenta me ninar, não aguenta meu choro. Tchau.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Moleza forçada





Olá, gente! Ontem eu tive que tomar mais três vacinas que me deixaram prostrado, mole-molinho e febril. No posto médico onde fui vacinado me aplicaram uma injeção na perna e eu chorei. Chorei muito! Meu Papai me segurou para que a atendente me furasse. Mamãe não teve coragem de ficar perto. Vó Bia, então, nem se fala! E eu chorei. Na hora eu chorei. Depois...
Depois que voltei pra casa, a injeção começou a fazer efeito e a febre me deixou mole, eu já não tinha forças pra chorar como chorava ao não conseguir dormir ou quando tinha minhas cólicas. Eu só gemia. Minha avó e minha Mamãe me deram banho quase frio para controlar a febre, que chegou a 38°. E ela continuava hoje ainda! E, molinho assim, tudo que eu quero é dormir.
Mesmo assim, ainda consigo alegrar minha turma, rindo pra minha Mamãe, das gaiatices do meu Vô Chico, das piadas da minha Dinda, das caretas da minha avó e do jeito do meu Papai. E eles se derretem todos. Será porque eu sou baiano?

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Saídas


Hoje fui ao shopping. Minha Vó Bia e meus pais quiseram copiar fotografias em papel e lá fomos nós, passear de carro - lembrei na hora de meu Vô Chico, que costuma cantar uma musiquinha com esse tema pra me fazer dormir...
Mas, sabem, não foi a primeira vez que me levaram ao shopping - o templo do consumismo, como disse meu avô na primeira vez, para alegria de meu pai. Mas então não adiantou nada, porque cheguei dormindo e dessa forma saí de lá.
Na primeira vez, a gente tinha ido antes assistir a uma palestra do meu Vô num centro espírita, a Casa de Oração Bezerra de Menezes. Meu Vô disse que cantaria pra mim se eu começasse a chorar, mas eu me comportei muito bem, minha Mamãe até elogiou meu comportamento.
Não sei o que eles pensam, mas essas saídas me fazem um bem enorme, porque me cansam e chego em casa derrotado pelo sono e logo caio nos braços de Morfeu. Morfeu? Meu Vô diz que uma deidade do sono e dos sonhos. Esse Morfeu parece que não é lá muito talentoso comigo porque de madrugada eu acordo e levo um tempão pra dormir de novo. Meu Vô é que deve gostar, pois pulo dos braços de minha Mamãe para os dele assim que termino de mamar. Ei, será que Morfeu também não consegue nada com meu Vô?