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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

(off) Quase lá



Soaria falso dizer que não estamos ansiosos para ouvir as primeiras palavras de Ulisses fora do habitual tatibitate dos bebês. Com seus 16 meses seria de esperar que ele já pronunciasse os vocábulos mais prosaicos, como papai, mamãe e água - com um pouco de "sorte" ouviríamos, talvez, um "vovô", mas fiquemos por aqui. O fato é que as mais recentes impressões resultaram inócuas, porque o menininho não satisfaz nossos anseios. Ainda assim, minha filha Sal, sua "babá", tenta ensinar-lhe alguma coisa mas Ulisses só aprende - ou consente em aprender - apenas gestos, observando vídeos como os da galinha pintadinha. Uma dessas tentativas da Tia Sal foi no sentido de fazer meu netinho falar o próprio nome - vejam a dificuldade! E Ulisses, talvez procurando satisfazer o apelo da tia, sibilou a língua entre os dentes:
- Sssssss!
É muito "s" num nome só...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Laurinha de madrugada





Minha Vó Bia contou, esta manhã, que ficou assustada ao ouvir minha irmãzinha Laura "falar" de madrugada. Segundo ela dizia a meu Vô, minha irmã balbuciou sílabas que no escuro pareciam palavras inteiras. "Deu um medo!"
Quando minha Mamãe acordou e explicou a ocorrência, disse que Laura simplesmente tinha trocado a noite pelo dia e brincava sozinha, conversando consigo mesma, dizendo "ah!".
E hoje de manhã bem cedo fomos os quatro tomar sol: eu, Laurinha, meu Vô e minha Vó. Primeiro, meu Vô carregou Laura e eu fui com minha Vó; na volta, os homens estavam juntos e as mulheres idem.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

(Off) Mudez


Noto que Pedro está demorando a falar. Deliberadamente? Ouço de outros avós sobre o comportamento de netos da idade de nosso Pedrinho e fico com a pulga atrás da orelha, embora saiba que essas coisas, como todas as demais, são muito relativas. A madrinha dele, por sinal, só foi soltar o palavreado lá pelo segundo ano de vida. Vai que Pedro resolveu seguir o exemplo...

Também penso, às vezes, que a paparicação geral e irrestrita inibe a manifestação verbal do garoto, que, acostumado a receber sem precisar pedir, não tem por que fazer esforço algum. Outra coisa que me passa pela mente em relação a essas questões é a "overdose" de Cocoricó: mal ele chega em casa e já o levo para a frente da TV para ouvir a cantoria do amigos de Júlio. Com isso, Pedro aprende a mais ouvir que falar...