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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

(off) Paciência

A imagem pode conter: 1 pessoa, sorrindo

Nesta quinta-feira, de manhã bem cedo, vamos todos levar Ulisses para seu primeiro dia na escola. Tanto quanto ele, estamos exultantes, mas agora eu me pergunto sobre o que meu neto vai fazer lá, uma vez que hoje ele deu provas de ser muito inteligente. Antes do almoço, ele veio até meu escritório e vendo-me sentado ao computador pediu colo. Eu jogava uma partida de paciência e o menino prestava atenção na imagem na tela até que me indagou, manifestando uma dúvida que não observei em nenhum dos dois primos:
- Cadê o um?

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

(off) Coisas de crianças

A imagem pode conter: 2 pessoas, close-up

Quando lembramos a Ulisses que ele só tem dois anos, meu netinho responde:
- Mas "vai" fazer três anos!
Digo isso, desde logo, para mostrar que ele, apesar de inteligência vivaz, ainda está na primeira infância e certas manifestações suas são pura criancice que nos fazem gargalhar. Foi o que aconteceu hoje, quando voltávamos para casa após o almoço e me ocorreu recordar um episódio da infância de Caio e Ananda. Minha terceira filhinha já contava quase dois anos de idade e, ao contrário de Ulisses, praticamente não falava, o que fez minha esposa recorrer ao filho super falante:
- Caio, ensine sua irmã a falar.
O menino, contudo, saiu-se com esta:
- Mas, mãe, ela é burra!
Ouvindo outra vez a história, Mamãe Ananda interrogou seu filho:
- Ulisses, você acha que sua mãe é burra?
Claro, o menininho negou, mas Caio, presente, fez a provocação cuja resposta nos levou às gargalhadas:
- E o que sua mãe é?
- Mulher!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

(off) Pequenina


Nossa Dona Laura é mesmo um encanto. Esperta, já dá mostras de ser muito inteligente. Tenho uma camisa com o desenho de dois cavalos-marinhos que estimulam a curiosidade de nosso nenê. Outro dia, vestido com essa camisa, brincava com ela e Pedrinho em minha cama e ela balbuciava apontando o dedinho indicador para o desenho, como se me perguntasse o que era. E eu explicava: são cavalos-marinhos, hipocampos. Ela parecia entender. Quando se distraiu e passou a se entreter com o irmão, então perguntei a Laurinha: cadê o hipocampo? Ela virou-se para meu peito, na direção do desenho, e estendeu o dedo! Eu fiquei surpreso e satisfeito.
Ainda não fala, mas já emite sons que nos fazem entender nomes de pessoas daqui de casa, como Vovô e Ananda. Brincando com meu celular, punha o aparelho ora no ouvido, ora na nuca, "dizendo" alô. Mas já consegue identificar os cachorros e estende a mãozinha no movimento de abrir e fechar, acompanhando com um "au".
Ah, e ela já começa a dar os primeiros passinhos!