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domingo, 2 de janeiro de 2011

Concessão

Vó Bia pediu tanto que nós - Laurinha e eu - deixamos Vô (Ch)ico colocar aqui as fotos do passeio deles dois a Porto de Sauípe, que fica perto do complexo Costa de Sauípe. Eles foram com tia Angélica, Vitória e João. Vejam:
Esse "mato" aí na frente é a espada-de-são-jorge...

Vovô disse que Vó Bia devorou parte dessa jaca na volta...
Aí estão Vitória, que Vovô chama de Lia, e João, namorado dela...
Esse caminho vai dar num rio, antes de chegar à praia...
Vovô quer distância do Sol e não entende por que não vive em Plutão!

domingo, 22 de novembro de 2009

Frases


Meu avô, viu, não sei, não! Parece um bobo quando está comigo. Agora deu pra escrever frases em minhas fraldas descartáveis. São frases até bonitinhas, tem também uns versinhos, mas vai tudo pro lixo depois e ele nem se importa com isso. Olha só o que ele já escreveu:

"Com meu Vô eu vou; sem meu Vô eu vou a pulso!"

"Minha mãe me deu de mamar, minha Vó me dá de comer; meu Pai me dá alegria, meu Vô só me dá prazer."

"Eu vô correndo na frente... porque meu Vô me protege lá atrás!"

"Meu Vô não é peixe, mas eu o fisguei direitinho!"

"Pra deixar meu Vô caidinho, foi só estalar os dedinhos!"

É mole?

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Vitamina animada!


Depois que meu Vô aprendeu comigo a gostar do Cocoricó, tudo é motivo pra ele cantarolar aquelas músicas que eu adoro. Quando ele faz a vitamina matinal dele, que antes só ele e minha Dinda tomavam (agora eu também sou useiro e vezeiro), ele só pensa na voz de Alípio, Lola, Lilica e Zazá, além do Júlio, cantando "Vitamina animada".

A receita dele é um pouquinho diferente daquela que Júlio prepara. É assim: ele corta três bananas (às vezes ele mistura banana prata com banana da terra) em pedacinhos, junta leite em pó, um pouco de aveia e granola e, mais recentemente, um pouco de farinha de linhaça. Por cima de tudo ele coloca ovomaltine, que considera melhor que qualquer achocolatado. Então vem a água, em quantidade para três copos grandes.

Depois, é só bater tudo no liquidificador e pronto, está pronta nossa vitamina animada. Mas antes de me dar a minha parte, minha Vó faz questão de coar, para que eu não engasgue com os carocinhos da granola triturada...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Fim de semana a mil


Meu fim de semana, que ainda não acabou!, teve foi agitação! De casamento a viagem, de invasão de aula a banho em bacia, teve de um tudo.

No sábado, o programa foi o casamento de André, primo de Vô Chico, e eu, depois de acordar, fui conhecer a Igreja do Carmo, um dos pontos culturais de minha cidade. Conheci outros parentes, como os tios Ana e Luís.

No domingo fomos todos para Feira de Santana, até Tio Caio foi, para confortarmos tio Carlinhos, irmão de meu Vô, pela morte do filho mais novo dele, que eu não conheci. Foi bom rever minha bisa Margarida e as tias Ana, Lícia e Kátia, mais a prima Sheminy.

Antes da viagem, fomos tomar o costumeiro passe no Centro. Dessa vez meu Vô não foi junto, porque saiu mais cedo para dar uma aula lá mesmo. Quanto acabamos de tomar o passe, minha Mamãe, minha Dinda e minha Vó Bia desceram comigo para esperar meu Vô. A sala onde ele estava tinha a porta aberta e eu entrei, contente por haver achardo ele.

E hoje, ah!, hoje, dia de todas as crianças, fomos almoçar fora e eu fiz a festa no restaurante. Meu Vô me carregava e me deixava andar por lá. Depois fomos tomar sorvete no shopping e eu dei um banho de milkshake no meu Vô. Ele riu muito comigo.

E amanhã, pra terminar a semana agitada, minha Mamãe vai me levar mais uma vez a uma sessão do Cine Materna. Ufa! Agora eu quero dormir um pouquinho...

domingo, 23 de novembro de 2008

Aula de direção



Se eu tive medo? Nem um pouco, afinal, eu estava no colo de meu Vô Chico, que me protegia convenientemente. Por que digo isso? É que hoje minha Mamãe é que dirigiu o carro quando fomos pela manhã ao Centro para tomar o passe, meu remédio fluidoterápico.
Por sugestão de meu Papai e desafio de meu avô, Mamãe tomou o carro nas mãos e, não sem uma certa dificuldade, venceu ladeiras e curvas, lombadas e depressões. Claro, meu Pai ajudava e dava algumas broncas pelas barbeiragens, mas a Mamãe conseguiu até mesmo estacionar o carrro.
Na volta foi a mesma coisa, mas desta vez meu Vô já não estava com a gente...

Ah, já ia esquecendo: eu estava vestido como torcedor do Vitória, que nem meu Papai!