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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

(off) Lição

A imagem pode conter: 1 pessoa, criança

Na manhã de ontem levei Ulisses para brincar na pracinha do condomínio, pretextando que ele precisava tomar sol. Meu netinho havia chegado aqui em casa bastante feliz porque tinha aprendido a "fazer metrô" e queria mostrar sua nova habilidade aos avós e aos primos, além da Tia Sal. O tal "metrô" ele faz juntando em fila os bloquinhos de construção que a Mamãe Ananda lhe presenteou e assim fomos à pracinha para que este avô aplaudisse sua arte e engenharia. Enquanto brincávamos solitariamente, eis que chega uma avó com o respectivo neto, que depois eu saberia chamar-se Miguel, que esticou os olhos para a brincadeira de Ulisses e quis participar também. Meu neto, contudo, a exemplo de toda criança espiritual, mostrou as armas do ego e barrou as pretensões do novo amiguinho com um sonoro "não, é meu!". Em resposta, Miguel foi chorar junto à avó e nesse momento o avô assumiu a toga e foi educar o pimpolho, exigindo que Ulisses pedisse desculpas ao outro e dividisse parte dos bloquinhos. Para meu espanto, meu neto abraçou Miguel, dizendo "desculpe", e daí em diante os dois já eram os melhores amigos desta vida. Pois é, o Cristo está certo: "Deixai vir a mim as criancinhas, não as impeçais, porque o Reino dos Céus é para aqueles que se lhes assemelharem".

(off) Palavrinhas mágicas



Minha filha Ananda, mãe de Ulisses, tem muito cuidado em fazer seu filho se comportar convenientemente junto às pessoas - assim como, de resto, Vovó Bia, Dindo Caio e Tia Sal. Desse modo, ensinam o menino a observar as regrinhas de ouro que regem a convivência, tornando-a agradável e harmoniosa. É preciso notar que essa semeadura dá frutos a médio e longo prazos, para satisfação dos familiares mais velhos. Mas quando o resultado vem a curto prazo, o resultado é o espanto e algumas gargalhadas. Foi o que aconteceu quando nosso menininho, levado pelos pais a uma festividade na casa dos avós paternos, reviu a bisavó e esta, interagindo com ele, apresentou-lhe um skate de brinquedo que havia sido de Pedro e convidou:
- Ulisses, venha brincar.
Meu pequeno grande herói ficou parado, olhando para ela, sem esboçar qualquer reação. A bisavó insistiu:
- Você não quer brincar?
E então Ulisses saiu-se com esta:
- Você não disse "por favor"!

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

(off) Lições de Pedrinho



Meu neto Pedro - agora, com Ulisses na família, já não posso usar o nome do primeirão num aposto - é um menino antenado com as questões do momento e por duas vezes pudemos atestar esse fato nesta semana. Começou quando o Tio Caio veio aqui, na segunda-feira, e deteve-se a brincar com o sobrinho quando este veio tomar sua vitamina vespertina, junto com Laurinha. Então Caio abraçou-o e começou a dizer o quanto gostava dele, recordando o sentimento geral na ocasião em que Pedro veio ao mundo, por ter sido muito aguardado. Foi então que meu garoto desabafou:
- Mas depois veio Laura e tomou o protagonismo!...

***

A segunda lição aconteceu dois dias depois da visita de Caio, quando Mamãe Sal contou a seus filhos que os levaria para visitar a Campus Party, a grande feira de informática realizada pela primeira vez em Salvador. Talvez Sal pensasse que a proverbial distração de Pedro ainda estivesse "valendo" e por isso perguntou:
- Você vai gostar de conhecer uma coisa que só fala de informática:
Para sua surpresa e graça, que repartiu conosco, Pedrinho, às vésperas de completar seu nono aniversário, saiu-se com esta:
- Claro, Mamãe! Qualquer menino de minha idade gosta de informática!

quinta-feira, 20 de julho de 2017

(off) Acidente


No afã das brincadeiras com o primo, Ulisses, Laurinha grita um "ai!" lá na sala e daqui de meu novo escritório eu escuto a lamentação chorosa; mas é a Vovó Bia quem vai observar o acontecido. Não demora muito e minha neta vem até mim, com seu priminho na dianteira. Laura, no entanto, não se queixa, talvez esperando que eu a interrogue para só então desabafar:
- Ulisses bateu a cabeça dele na minha boca.
Abraçando-a, pergunto, sabedor do grau de ciúme que ela manifesta em relação ao primo:
- Foi porque ele quis?
Assim, a resposta já era a esperada:
- Eu acho que foi!

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

(off) Identidade

No afã das brincadeiras em que se envolvem prazeirosamente, por vezes Pedro e Laura costumam exagerar e por isso vêm as queixas, como a que Laurinha me trouxe dia desses:
- Vovô, Pupu fez assim em mim - e apontou para a barriga, indicando que o irmão a empurrara.
A menina pronunciou a expressão "em mim" como se tivesse apenas as letras i e m, dando-me a deixa para, por minha vez, testar os conhecimento dela:
- Foi "imim" ou "nimim"?
Mas Laurinha não perde o rebolado e retruca:
- Na irmã dele, que sou eu!

terça-feira, 28 de junho de 2016

(off) Celebridade


Em vez de fazerem o dever de casa, Pedro e Laura se concentram nas brincadeiras, utilizando os muitos brinquedinhos que têm à disposição. Daqui da sala ouço a conversação deles dois em meio à diversão, num diálogo pra lá de engraçado, embora eles não percebam isso. Diz minha netinha, possivelmente segurando uma de suas bonequinhas:
- Eu sou uma princesa muito famosa.
Mas Pedrinho estranha essa observação:
- Como uma princesa pode ser famosa?
Ao que Laura acrescenta, como justificativa:
- Eu sou uma princesa "pop star"!

(off) Celebridade


Em vez de fazerem o dever de casa, Pedro e Laura se concentram nas brincadeiras, utilizando os muitos brinquedinhos que têm à disposição. Daqui da sala ouço a conversação deles dois em meio à diversão, num diálogo pra lá de engraçado, embora eles não percebam isso. Diz minha netinha, possivelmente segurando uma de suas bonequinhas:
- Eu sou uma princesa muito famosa.
Mas Pedrinho estranha essa observação:
- Como uma princesa pode ser famosa?
Ao que Laura acrescenta, como justificativa:
- Eu sou uma princesa "pop star"!

quinta-feira, 14 de abril de 2016

(off) Cinema


- Vamos brincar de filme?
Laurinha topou na hora o convite de Pedro, feito enquanto se divertiam com as pecinhas do jogo Lego, logo após o almoço. E a menina, então, pôs-se a fantasiar:
- Eu era apenas uma menina normal no início do filme. Depois eu tocava numa borboleta e virava uma super heroína, mas eu já sabia!
De cá do meu canto, ouvindo a conversa dos netos, que não podia ser mais alta porque Ulisses dormia, não resisto a uma risada - que não podia ser uma gargalhada porque Ulisses dormia...