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quarta-feira, 11 de maio de 2016

(off) "Tia" Vel


Não há como negar que meus netinhos, especialmente Laura, afeiçoaram-se bem mais às pessoas que aos assuntos abordados nas aulas de evangelização infantil no Centro Espírita (mas ainda são pequenos e quando amadurecerem mais um pouco conseguirão assimilar esses conceitos). Uma dessas pessoas foi a "tia" Verônica, que Laurinha tratava simplesmente de "tia Vel". Ela precisou desfalcar a equipe e a saudade invadiu o coraçãozinho da menina. Ananias, outro evangelizador, também cativou a simpatia de Pedro e Laura e ele também havia deixado a função no início deste ano, retornando recentemente. Dei a notícia aos meninos quando conversávamos sobre o comportamento deles nessas aulas:
- Sabem quem voltou? Tio Ananias!
Mamãe Sal reforçou o estímulo:
- Que bom, não é, Laura?
Minha neta, contudo, foi sincera:
- É bom, sim, mas eu preferia que fosse tia Vel...

sábado, 27 de agosto de 2011

Dinda longe


Hoje amanhecemos um pouquinho tristes e saudosos, porque minha Dinda viajou. Ela foi a um lugar chamado Brasília, que Vovô disse ser a capital do Brasil. Eu não sei ainda o que é capital, só sei que Dinda faz muita falta aqui. Ela disse ontem que só volta na segunda-feira. Será que demora?

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Para a turma de Goiânia





Beijos com saudades.Axé!!!

domingo, 8 de agosto de 2010

(off) A casa vazia III


Manhã de domingo dedicado ao "dia dos pais". Toca o telefone e recebo os cumprimentos diretamente do Rio de Janeiro. Primeiro, de Ananda, que me faz falar com Pedrinho, de quem não ouço a voz; depois Beatriz, a quem chamei de "filha" e me diz que sou o pai que os filhos estão contentes de ter; por fim, Shirley, que me põe em contato com Laura, que não grita, rindo, ao ouvir minha voz dizendo "oh, nega, oh, neguinha!". E novamente Ananda, que outra vez passa o fone a Pedrinho e então ele balbucia algo ininteligível e eu respondo "pra você também!".

Amanhã, finalmente, a casa já não estará tão vazia...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

(Off) Casa vazia

Somente um dia depois da partida de Pedro, para uma estada breve em São Paulo (no fim do mundo!), esta casa está definitivamente um deserto (que Ananda não me leia neste momento). Sem Pedro fazendo suas artes, chamando nossa atenção, assistindo pela milionésima vez o vídeo do Cocoricó, nada tem sentido por aqui. Ainda bem que Ananda ainda está aqui, mas ela já não tem os traços do bebê que era desde que era um bebê.
Por outro lado, poderia me sentir aliviado (um pouco), por não estar suportando peso nos braços, por não ter que preparar banhos, não precisar ninar ninguém ao som de Luiz Gonzaga... Mas não é alívio nenhum!
Vamos convir: desse jeito os dias demoram uma eternidade...

domingo, 21 de junho de 2009

Tapinha nas costas




Meu Vô Chico se diverte e não é diferente com o resto do pessoal aqui em casa, quando, demonstrando meu contentamento, dou tapinhas nas costas de quem está me carregando no colo, no momento.

Nessa hora eu abro minha boquinha desmesuradamente, rindo silenciosamente, às vezes dando uns gritinhos, tal é a satisfação que sinto.

Aposto que meu Vô está recordando esse meu comportamento porque está com saudade de mim, que vim com minha Mamãe e minhas tias Carol e Juliana para Teodoro Sampaio, a fim de passar o São João. Vou soltar foguetes, bombas e balões, além de pular fogueiras - ou seja, tudo a que não tenho direito!

Atualmente, a moda aqui em casa é sugerir nomes para o bebê que vem aí para ser meu companheiro de travessuras. Todo mundo espera que seja uma menina, mas para mim será mais interessante alguém que goste das mesmas coisas que eu, que aproveite os brinquedos que já tenho e vá aos mesmos espaços que eu.

A propósito, eu já dei minha colaboração quanto ao nome, balbuciando o som de "Ada".