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sexta-feira, 8 de abril de 2016

(off) Como é?


Laurinha está se ensaiando para uma possível atividade feminista no futuro, o que quer dizer que minha neta se exercita na rebeldia questionadora, o que deixa Mamãe Sal por vezes impaciente. Agora há pouco, mesmo, Laura, porque implicasse com a comida no prato, fez mais uma cena que desgostou os adultos presentes. Assim, após tê-la posto de castigo, isto é, dar-lhe alguns minutos para reflexão acerca do próprio comportamento, o que naturalmente ela desperdiça entregando-se ao pranto, pedi-lhe que tomasse um banho e, depois, sentamos os dois frente ao prato e lhe dei a comida na boca. Ela aproveitou para fazer uma "queixa":
- Vovô, de manhã Mamãe ligou a televisão e ficou assistindo; quando eu e Pupu quisemos ver também ela mandou a gente desligar. Será que ela pensa que a gente é mordomo dela?
Claro que procurei desfazer essa imagem da mente em formação de minha neta, dizendo-lhe que ela e o irmão eram filhos e por isso deviam obediência à mãe - e Laura assentiu:
- Ah, você disse tudo!

quinta-feira, 17 de março de 2016

(off) Questão de ordem


Rimos, achando graça das tiradas de Pedrinho, mas agora começo a ficar preocupado, tendo de prestar mais atenção para auxiliar Mamãe Sal na educação dos pequenos, uma vez que minha filha maus pedaços com o comportamento de Laura, principalmente, dentro de casa. Muitas vezes só observo, mas de vez em quando tenho de interferir para evitar alguns excessos. Esta minha reflexão vem a respeito de recente episódio passado na casa deles, estando eu presente. Laura havia feito uma de suas artes - talvez a desarrumação de seu quarto - e Sal ralhou com a menina. Pedro estava junto e meteu-se na conversa, dirigindo-se à mãe:
- Eu acho que você é que tem muitas regras!
Eu não ri, de surpreso que fiquei.

domingo, 11 de setembro de 2011

(off) Intimidade



Creio já ter falado aqui, algures, que principalmente eu, o pai-avô, chamo minha filha mais velha, mãe de Pedro e Laura, de Sal e que este apelido é o diminutivo de "Salsicha", que foi a imagem que tive ao vê-la, recém-nascida, na maternidade do EMEC, em Feira de Santana. Pareceu-me uma salsichinha aquele bebezinho moreninho e sorridente, todo gordinho...
Ao me ouvir chamar a mãe de Sal, Pedro não demorou a assimilar o tratamento, repetindo-o algumas vezes, mesmo sabendo que o nome de sua Mamãe é Shirley. Mas Laura ainda não havia demonstrado essa percepção, até esta manhã, quando, nos instantes em que sua mãe tinha ido desarrumar a decoração do local onde fizemos a festinha de Pedro, virou-se para mim e perguntou por "Mamãe Sal". Foi a primeira vez.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

(off) Minha casa é o mundo


Diálogo entre a Mamãe Sal e Pedrinho, na noite passada, enquanto ela assistia a uma reportagem na TV que falava do Brasil. Pedro, prestando atenção na matéria, de repente exclama:

- Mamãe, eu quero ir ao Brasil!

A mãe, entre surpresa e divertida, responde que ele já está no Brasil, que eles moram e vivem no Brasil e que aqui é o Brasil. Pedrinho não se dá por vencido e dispara:

- Aqui é a nossa casinha!...

domingo, 8 de maio de 2011

DIA DAS MÃES


Hoje o dia é da VOVÓ e da mamãe. Dia das Mães!! O tio Caio veio cedinho comemorar conosco e tomamos um café especial. Agora, nos dêem licença, pois vamos sair para almoçar fora. Eu e mimã Laurinha desejamos um dia especial a todos, principalmente para mamãe e vovó!!
Ah! E um beijo grandão para Vovó Mara, Tia Gal e Tia Mila, as nossas "mães" de Feira de Santana
E para Vovó Nadir, Tia Ana Beatriz e Tia Jane, de Goiânia!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

(off) Identidade


É a mãe, Sal (*), quem conta. Foram hoje de manhã ao SAC providenciar documento de identidade - Pedro precisará disso na escola, em fevereiro. De quebra, levaram Laura, com o mesmo objetivo. A Vovó Bia, necessitada de uma segunda via e querendo aproveitar a novidade da nova versão digital, foi junto.
Mas ficou para a tarde a conclusão do processo, quando teriam, as crianças, de passar pelo constrangimento de sujar os dedos. Laura adorou. Quando o funcionário passou o rolinho com tinta preta sobre suas digitais minúsculas, ela riu gostosamente.
Mas Pedro, ah, Pedrinho não quis nem saber! Gritou, fez escândalo e o servidor aconselhou: "Faça ele dormir e assim conseguiremos."
Médio!
Pedro dormiu. Então, abriram uma das mãos dele para a tintura. Mas nesse instante ele também abriu os olhos e reparando no que queriam fazer, voltou a gritar. Deram um tempo e o sono o venceu de novo, mas aí ele teve a preocupação de fechar as mãos, para evitar novos dissabores. No entanto, não houve condescendência a sua renitência e ele teve de, a contragosto, deixar melar os dedos para ser documentado...

___________________

(*) Sal é o apelido familiar de Shirley e praticamente só eu, seu Pai, a chamo assim. Mas Pedro assimilou a palavra e volta e meia surpreende-nos sua desenvoltura ao referir-se à mãe assim, como fez hoje de manhã, quando estava na cama junto com a irmã e Mãe dava de comer aos dois. Num dado momento, ela teve de sair do quarto e Pedro gritou: "Volte, Sal!"

domingo, 9 de janeiro de 2011

A primeira vez



Meu irmão Pedrinho é que fala "agora é minha vez", no entanto, sou eu que tenho, neste momento, de revelar uma impressão pioneira: a primeira vez que eu vi uma piscina, com Mamãe segurando minha mão. Eu fiquei encantada com aquela cor azul naquele buraco enorme cheio de água. Lembrei-me de minha banheira e eu quis tomar banho, mas ninguém realizou esse meu desejo... só meu irmão teve o privilégio, afinal, era a vez dele!

domingo, 19 de dezembro de 2010

(off) Anatomia


Sal, a feliz Mamãe, tenta ensinar a Laurinha onde fica o nariz. Talvez ela já saiba a localização exata, mas, só para nos divertir, sempre que pedimos que ela aponte as narinas o dedo indicador sobe incontinenti para mais alto, em algum lugar da cabeça que começa numa das orelhas. De vez em quando cantamos para nossa menina a versão tupiniquim do "Head, shoulders, knees and toes" e ela fica muito satisfeita, levando as duas mãos à cabeça e depois batendo com firmeza nos joelhos. Se está sentada, ela levanta uma das pernas para apontar os pés. Outra diversão dela é destacar o umbigo e comparar o dela com o do Vovô, quando o vê sem camisa...

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Peraltices...


Esta foto vai aqui em agradecimento à tia Sibele, que me presentou esse roupãozinho cor de rosa que nem eu. Não fiquei (mais) linda com ele?




quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Diálogo dos bons


Mamãe:
- Pedro, cante um pouco para a gente.

Eu, timidamente pondo as duas mãos no rosto:
- Não, eu tô "curioso".

Mamãe:
- Isso não é curiosidade, é vergonha!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Saudade


A casa ficou mais vazia e silenciosa hoje, quando Mamãe e Mimã Laurinha viajaram bem cedo para Feira de Santana. E para que Vó Bia, Dinda e Vô (Ch)ico não ficassem tão tristinhos, eu fiquei com eles!

domingo, 29 de agosto de 2010

Risadas



Hoje foi um dia de muitas risadas aqui em casa. Aliás, quando a gente está com o Vovô, Laurinha e eu, as risadas são inevitáveis. Ele faz cosquinhas na gente, faz umas brincadeiras com as mãos, canta músicas divertidas e não tem outro jeito: a gente ri de montão.
Mimã Laura fez hoje uma coisa que deixou o pessoal espantado. Mamãe estava falando pra tia Gel que Laurinha não ia mais mamar no peito, por causa dos dentinhos que já estão nascendo e por isso ela morde o peito, quando Laurinha começou a reclamar com os gritinhos que ela costuma dar e dando sinais de que queria mamar. Aí, Mamãe teve que dar o peito pra ela.
Ah, a brincadeira com a caixa aí de cima foi invenção da Dinda, junto com Mamãe. A gente adorou ficar lá dentro.

quinta-feira, 25 de março de 2010

(off) As lágrimas de Laura


A gente pensa que é o apego à mãe, pois quando Sal a pega no colo Laurinha cessa de chorar. Mas chora tanto, que as lágrimas brotam facilmente dos olhos, tão sentida ela fica. "Essa menina está sentindo alguma coisa!", alarma-se a avó. E está sentindo mesmo, porém é algo bem diverso da dor física. O que a faz chorar é a falta e não da mãe propriamente, mas de seu ambiente, quero dizer, o quarto onde ela dorme, com Pedro e a mãe. Então ela se tranquiliza, mas para tanto é preciso que a mãe esteja ao lado, caso contrário...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Picadas


Hoje foi um dia de gotas e picadas. É que Mamãe e Papai nos levaram, a mim e a minha irmãzinha Laura, para tomar vacinas. Tia Ju estava no posto e colaborou com a gente. Depois de esperarmos um pouco na fila, entramos na sala cheia de auxiliares de enfermagem que se divertiram enquanto nos furavam. Como sou o irmão mais velho e já tenho a vacinação em dia, só precisei tomar o reforço da antigripal. Laurinha, contudo, não teve tanta sorte, ainda que isso nada tenha a ver com sorte, e recebeu duas picadas de injeção e várias gotas da vacina antipólio, contra meningite e rotavírus e uma outra que Mamãe não lembra ("tá no caderno", diz ela). Só sei que por causa dessas picadas, Laura passou o dia toda chorosa, certamente ainda sentindo dores. Mas é para o bem da gente, é o que todo mundo diz.
Ah, esqueci de dizer que Vô Chico também foi com agente ao posto e foi ele que segurou Laurinha, enquanto eu fiquei no colo do Papai.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Pára, Pedro!



Vô Chico acha graça, mas também se preocupa com o fato de eu ter aprendido a gritar "pare!" É, gritar, eu falo gritando essa palavra, porque é assim que eu ouço Vovó Bia pronunciá-la, quando fica impaciente quando estou mexendo nas coisas dela. São tantas coisinhas atrativas que eu não resisto e assim minhas mãozinhas logo se dirigem para bulir em tudo. Eu mexo nos botões do televisor, no controle remoto, nos botões da máquina de costura dela, na gaveta de quinquilharias... e não há quem me faça parar, nem mesmo o tapinha que Mamãe me deu outro dia, para que eu ficasse quieto. Eu chorei, chorei, chorei e depois fui pedir colinho a ela...

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Um pouco mais de leite!





Minha irmã é gulosa! É o que eu ouço aqui em casa. Ela mama, mama, mama e dorme. E suja as fraldas até mais do que eu! E quando acorda quer mais leite. E para que o leite chegue rapidamente, ela chora. E quando minha (agora é nossa, tenho que me acostumar com isso) Mamãe não está por perto, Laura chora mais ainda. Minha Mamães às vezes fica nervosa e naturalmente se cansa muito. Outro dia ele pôs a mamadeira de Laura e a bomba de sucção de leite para esterilizar no fogão e esqueceu. Meu Vô teve que comprar outra bombinha, porque felizmente havia outra mamadeirinha.

Já eu não dou tanto trabalho assim (mas já dei!).

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

14 de novembro!






Esta é uma data muito importante aqui em casa, pois é quando se comemora o aniversário de minha Mamãe. Aliás, foi uma semana de comemorações, a começar do aniversário de minha Vovó Luz Marina, no dia 12. No sábado, 14, fomos todos - menos meu Tio Caio, para Feira de Santana, onde nos esperava uma recepção pelos anos de Mamãe e aproveitamos para fazer mais um chá de bebê para minha irmãzinha Laura. Haja festa!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Relatório


Olá, gente, andei sumidinho deste nosso honorável cantinho mas não foi por nada não, foi só para acumular alguns fatos, juntar outros feitos e reunir tudo para ilustrar esta graciosa invenção do meu Vô Chico. Por falar nele, olha o susto que nos deu outro dia: ficou todo empolado depois que tomou um antibiótico, teve uma reação alérgica e ficou parecendo os índios peles-vermelhas de que ele tanto gosta. Só faltava um cocar pra ficar o próprio Wakan Tanka que é o ícone dele no tal orkut. Pena que minha Vó Bia não se lembrou de fazer uma foto dele com a "pintura de guerra".
Quanto a mim, estou mais sapeca do que nunca, o que é natural, afinal estou crescendo e aprendendo a conhecer o mundo à minha volta. E é tanta coisa pra ver, pra comentar que já estou dando uns gritinhos de alegria e esbugalhando os olhos de admiração. Outro dia - noite, pra ser exato -, minha Mamãe e meu Papai foram com minha Dinda ao teatro e me deixaram com meu Vô e minha Vó. Pra quê? Estava tudo muito bem, eles tentando me distrair e meio que interessados na tevê e aí foi me dando uma saudaaaaade da minha Mamãe, pois é nos braços dela que gosto de dormir. Como ela demorava, fiquei impaciente e comecei a chorar. Eu gritava e não tinha cantoria do meu Vô que me acalmasse, não tinha balanço de minha Vó que me satisfizesse. E eu gritando. Minha Vó, tadinha, acha que toda vez que choro forte é porque estou sentindo dor e me dá remedinho pra isso, remedinho pra aquilo...mas dessa vez não teve dose que chegasse. Só parei de gritar, imaginem! menos de cinco minutos antes de minha Mamãe chegar, porque a paciência de meu Vô me fez dormir no colo dele, em frente à janela, esperando minha Mamãe voltar.
Mãe, da próxima vez você me leva também, viu? Eu fiquei "indignado"!

domingo, 23 de novembro de 2008

Aula de direção



Se eu tive medo? Nem um pouco, afinal, eu estava no colo de meu Vô Chico, que me protegia convenientemente. Por que digo isso? É que hoje minha Mamãe é que dirigiu o carro quando fomos pela manhã ao Centro para tomar o passe, meu remédio fluidoterápico.
Por sugestão de meu Papai e desafio de meu avô, Mamãe tomou o carro nas mãos e, não sem uma certa dificuldade, venceu ladeiras e curvas, lombadas e depressões. Claro, meu Pai ajudava e dava algumas broncas pelas barbeiragens, mas a Mamãe conseguiu até mesmo estacionar o carrro.
Na volta foi a mesma coisa, mas desta vez meu Vô já não estava com a gente...

Ah, já ia esquecendo: eu estava vestido como torcedor do Vitória, que nem meu Papai!