Já é tradição os meninos - Pedro e Laura - dormirem na casa dos avós uma vez por mês, na data do desaniversário de cada um deles - respectivamente, nos dias 10 e 11. Nesta sexta-feira, 8 de abril, quem passará a noite com este Avô e Vovó Bia é Ulisses, também pongando no privilégio concedido aos primos. Acontece que ele também nasceu num dia 11, assim como Laurinha, e vemos que não é possível trazer os dois ao mesmo tempo, porquanto Ulisses ainda é um bebê. De qualquer modo, será a primeira vez dele e principalmente eu estou muito curioso sobre como será esta noite com nosso menininho aqui...
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sexta-feira, 8 de abril de 2016
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Tempo mais ou menos e Peu na praia
Pois é, por artes e graças da Vovó, nosso Pedrinho foi à praia em pleno inverno. Sim, é certo que os nordestinos não sabem muito bem o que é o tempo frio, mas hoje o sol não deu as caras e deixou que as nuvens fizessem a festa - até choveu, coisa atípica em agosto, por aqui, mas mesmo assim tinha gente na praia da Barra e Pepeu era um desses... felizardos? Bem, fica a critério de cada um. Legal foi a Vovó contar que o convidou para almoçarem num restaurante de que ela gosta, lá mesmo na Barra, mas ele preferiu comer arroz com ovo em casa. Não é lindo?
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Sabadão
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
(off) Figurinha
Saímos, Ananda e este avô babão, com Pedro no fim desta tarde para umas comprinhas rápidas no mercado. Ele, recusando-se a caminhar, foi sobre meus ombros, fazendo-nos ouvir seu treinamento de expressões vocabulares, enquanto subíamos a ladeira. De repente, sem mais nem menos, o menino volta-se para Ananda, que é sua madrinha, e indaga: "Dinda, que foi? Qual o problema?"
Os dois caímos na gargalhada.
***
Esta manhã, levado pela Vovó Bia e pela Dinda Nanda, Pedro foi mais uma vez ao zoológico. Pela vontade dele, teria ido ao shopping, conforme a proposta que me fez, ao ver-me na arrumação para sair: "Vovô, (vamos ao) pópem!". E dirigiu-se correndo à porta, até que lembrou-se: "E as sandálias?" Catou as alpercatas e sentou-se à porta para calçá-las. Fico observando, sorrindo, esperando um momento de distração para escapar, enquanto ele tenta fechar o calçado, sem conseguir. Então levanta-se e vai em direção da escada e para: "E a camisa?" Está apenas de fraldas e sandálias e aí eu peço que vá pedir a camisa à mãe e ele entra. Aproveito e vou para o trabalho.
À tarde, quando retorno, mostram-me as fotos e os vídeos feitos durante o passeio ao zoo e ouço Ananda perguntar a ele: "Gostou do zoológico, Pedro? O que você viu lá?" Talvez ele notasse que fosse esta uma pergunta boba para a qual a resposta teria que ser a mais óbvia possível e assim ele responde: "Os animais!"
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
(off) Identidade
É a mãe, Sal (*), quem conta. Foram hoje de manhã ao SAC providenciar documento de identidade - Pedro precisará disso na escola, em fevereiro. De quebra, levaram Laura, com o mesmo objetivo. A Vovó Bia, necessitada de uma segunda via e querendo aproveitar a novidade da nova versão digital, foi junto.
Mas ficou para a tarde a conclusão do processo, quando teriam, as crianças, de passar pelo constrangimento de sujar os dedos. Laura adorou. Quando o funcionário passou o rolinho com tinta preta sobre suas digitais minúsculas, ela riu gostosamente.
Mas Pedro, ah, Pedrinho não quis nem saber! Gritou, fez escândalo e o servidor aconselhou: "Faça ele dormir e assim conseguiremos."
Médio!
Pedro dormiu. Então, abriram uma das mãos dele para a tintura. Mas nesse instante ele também abriu os olhos e reparando no que queriam fazer, voltou a gritar. Deram um tempo e o sono o venceu de novo, mas aí ele teve a preocupação de fechar as mãos, para evitar novos dissabores. No entanto, não houve condescendência a sua renitência e ele teve de, a contragosto, deixar melar os dedos para ser documentado...
___________________
(*) Sal é o apelido familiar de Shirley e praticamente só eu, seu Pai, a chamo assim. Mas Pedro assimilou a palavra e volta e meia surpreende-nos sua desenvoltura ao referir-se à mãe assim, como fez hoje de manhã, quando estava na cama junto com a irmã e Mãe dava de comer aos dois. Num dado momento, ela teve de sair do quarto e Pedro gritou: "Volte, Sal!"
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Um anjo?
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Diário de um bebezão
O domingo foi movimentado para mim. Acordei super cedo, bem antes de minha irmãzinha, e pedi a Mamãe: "Bó, mamã, vovô!" Mas ela esperou Laurinha acordar, deu-lhe mama e só então descemos os três para a casa da Vovó e do Vovô. Lá estava minha supervitamina, que Vô Chico faz todo dia.
Depois de tomarmos banho, fomos todos para o Centro Espírita Deus, Luz e Verdade, onde todos os domingos tomamos o passe revigorante.
Ao voltarmos para casa, sem Vovô, que ficou trabalhando no Centro, fomos convidados para irmos à praia de Ipitanga, um lugar muito legal, com águas tranquilas e limpinhas. Já é a terceira vez que vamos lá, com minha amiga e vizinha Mariana, com quem brinquei de montão.
Pena que, daqui de casa, só famos Vó Bia e eu.
Só retornamos à tarde.
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Com os bichos
Hoje, quatro meses depois, voltei ao Zoológico, em companhia de Vó Bia, minha amiga Mariana, a mãe e a avó dela, com quem fomos de carro. Desta vez foi bem mais interessante, pois não tinha o sol forte a incomodar e assim pude ver muitos bichos e passear com desenvoltura pelo parque. E me alegrei bastante com os patos e as tartaruguinhas.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Pára, Pedro!
Vô Chico acha graça, mas também se preocupa com o fato de eu ter aprendido a gritar "pare!" É, gritar, eu falo gritando essa palavra, porque é assim que eu ouço Vovó Bia pronunciá-la, quando fica impaciente quando estou mexendo nas coisas dela. São tantas coisinhas atrativas que eu não resisto e assim minhas mãozinhas logo se dirigem para bulir em tudo. Eu mexo nos botões do televisor, no controle remoto, nos botões da máquina de costura dela, na gaveta de quinquilharias... e não há quem me faça parar, nem mesmo o tapinha que Mamãe me deu outro dia, para que eu ficasse quieto. Eu chorei, chorei, chorei e depois fui pedir colinho a ela...
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Dodói
Que domingo, gente, que domingo!
Cheguei na casa de meu Vô chorando, com febre, sem querer comer nada. Então saímos cedo e primeiro fomos ao Centro tomar passes e de lá seguimos para o hospital, onde a médica constatou inflamação na garganta e me aplicou uma injeção de benzetacil. Ai, como doeu! Minha Mamãe chorou junto comigo.
Fiquei em observação e fui liberado, mas em casa a febre voltou duas vezes e passei o dia quentinho como pão recém-saído do forno. Somente o colo de meu Vô e o Cocoricó me davam algum ânimo.
Mas à noite foi que eu preocupei mesmo minha Mamãe, que de madrugada chamou meus avós pretendendo me internar, pois eu não conseguia por nada no estômago e chorava o tempo todo, sentindo a garganta doer e sem poder falar nada a respeito.
Meu Vô, contudo, me levou pra cama dele e começou a brincar comigo, colocando o vídeo do Cocoricó. Minha Vó trouxe um suquinho depois que o mingau que ela fez eu dispensei e também me deu um biscoito, que eu comi devagar e com gosto. Enquanto isso, meu Vô me fazia beber o suco com uma colher.
Aí, fui ficando cansadinho e dormi, junto com meu Võ e minha Vó, que de manhã acordou cedo e fez um mingau bem gostoso que eu tomei todinho, dormindo ainda.
Tomara que eu fique bom logo!
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Relatório

Olá, gente, andei sumidinho deste nosso honorável cantinho mas não foi por nada não, foi só para acumular alguns fatos, juntar outros feitos e reunir tudo para ilustrar esta graciosa invenção do meu Vô Chico. Por falar nele, olha o susto que nos deu outro dia: ficou todo empolado depois que tomou um antibiótico, teve uma reação alérgica e ficou parecendo os índios peles-vermelhas de que ele tanto gosta. Só faltava um cocar pra ficar o próprio Wakan Tanka que é o ícone dele no tal orkut. Pena que minha Vó Bia não se lembrou de fazer uma foto dele com a "pintura de guerra".
Quanto a mim, estou mais sapeca do que nunca, o que é natural, afinal estou crescendo e aprendendo a conhecer o mundo à minha volta. E é tanta coisa pra ver, pra comentar que já estou dando uns gritinhos de alegria e esbugalhando os olhos de admiração. Outro dia - noite, pra ser exato -, minha Mamãe e meu Papai foram com minha Dinda ao teatro e me deixaram com meu Vô e minha Vó. Pra quê? Estava tudo muito bem, eles tentando me distrair e meio que interessados na tevê e aí foi me dando uma saudaaaaade da minha Mamãe, pois é nos braços dela que gosto de dormir. Como ela demorava, fiquei impaciente e comecei a chorar. Eu gritava e não tinha cantoria do meu Vô que me acalmasse, não tinha balanço de minha Vó que me satisfizesse. E eu gritando. Minha Vó, tadinha, acha que toda vez que choro forte é porque estou sentindo dor e me dá remedinho pra isso, remedinho pra aquilo...mas dessa vez não teve dose que chegasse. Só parei de gritar, imaginem! menos de cinco minutos antes de minha Mamãe chegar, porque a paciência de meu Vô me fez dormir no colo dele, em frente à janela, esperando minha Mamãe voltar.
Mãe, da próxima vez você me leva também, viu? Eu fiquei "indignado"!
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