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segunda-feira, 22 de novembro de 2010

(off) Dodói


Não sei se já comentei aqui, mas Pedro e Laura costumavam* brincar trocando a chupeta um do outro. E faziam isso em meio a risinhos de alegre disputa. Não sei se tal fato teve alguma implicância, mas o caso é que no domingo sentimos Laurinha excessivamente quente e parecia que somente a temperatura ambiente não era seria capaz de deixar o corpo infantil daquele jeito. Ainda assim, fomos com ela à recepção do casal amigo que festejava bodas de ouro, mas o local intensificava o calor e a menina choramingava enquanto esquentava e constatamos a febre. De volta a casa, lançamos mão do termômetro que acusou o estado febril de quase 39 graus. Não concordei com a ida imediata ao médico, mesmo que a avó suspeitasse de inflamação na garganta, e passamos a observá-la. Dormiu bem, disse a mãe, e acordou bem disposta, a febre controlada. Tomou toda a vitamina, passeamos um pouco sob o sol e mais tarde até comeu biscoitinhos de goma, além do mingau. Mas não houve jeito de comer todo o almoço e não topou a sobremesa: geléia de mocotó. A mãe até a levou à clínica, mas a pediatra estava viajando...

*Atualmente, por orientação da mesma Dinda que sugeriu o uso da chupeta, Pedro aparentemente concordou em suprimi-lo, ficando de certa maneira proibido de pôr a de Laura na boca, coisa que vai demorar um pouco para ele acatar, pelo que vejo. De qualquer modo, essa noite ele dormiu sem o "bico".

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Moleza forçada





Olá, gente! Ontem eu tive que tomar mais três vacinas que me deixaram prostrado, mole-molinho e febril. No posto médico onde fui vacinado me aplicaram uma injeção na perna e eu chorei. Chorei muito! Meu Papai me segurou para que a atendente me furasse. Mamãe não teve coragem de ficar perto. Vó Bia, então, nem se fala! E eu chorei. Na hora eu chorei. Depois...
Depois que voltei pra casa, a injeção começou a fazer efeito e a febre me deixou mole, eu já não tinha forças pra chorar como chorava ao não conseguir dormir ou quando tinha minhas cólicas. Eu só gemia. Minha avó e minha Mamãe me deram banho quase frio para controlar a febre, que chegou a 38°. E ela continuava hoje ainda! E, molinho assim, tudo que eu quero é dormir.
Mesmo assim, ainda consigo alegrar minha turma, rindo pra minha Mamãe, das gaiatices do meu Vô Chico, das piadas da minha Dinda, das caretas da minha avó e do jeito do meu Papai. E eles se derretem todos. Será porque eu sou baiano?