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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

(off) Recomeço: rumo ao infinito

Pedro e Laura retornaram às aulas nesta terça-feira e estavam lindos dentro da farda cuidada com carinho por Mamãe Sal. Assim, quando chegaram aqui em casa nesta manhã, antes de lhes dar os respectivos copos com vitamina tratei de fotografá-los, para a posteridade. Mas anteontem, quando chegou após o fim de semana passado em companhia do Papai Alexandre, Pedrinho ficou esfuziante ao ver os novos livros escolares. Passou em revista cada um deles e depois veio me perguntar:
- Vovô, adivinhe qual é minha matéria favorita.
Pretendendo altos voos intelectivos para ele, fui pitagórico em minha resposta:
- Matemática.
No entanto, meu neto abriu os braços e falou, loquaz:
- Todas!
Nisso, Laurinha se aproxima e antes que eu faça qualquer indagação a menina me diz:
- Você já adivinhou a minha: matemática.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

(off) Competências

Não posso evitar me divertir muito com meu neto Pedrinho (agora já não preciso usar o aposto, uma vez que temos Ulisses). Ontem, enquanto fazia seu dever de casa, ele buscou a mãe revelando certa dificuldade com um exercício de matemática, às voltas com a multiplicação. Ofereci-me para ajudá-lo e mostrei-lhe como é fácil multiplicar por três. Ele compreendeu e realizou as contas, mas logo retornou, embatucado com a multiplicação de quatro, recebendo nova explicação. Concluída a tarefa, meu neto vem para perto de mim e, como não se interessa pelo que faço no computador, pega uma revista e passa a folheá-la. Em certo momento, Pedro me interrompe para mostrar um teste psicológico e me inquire:
- Vovô, o que você acha que eu sou!?
Examino o teste e aponto um dos muitos perfis psicológicos à disposição:
- Desorganizado.
Ele contesta:
- Desorganizado? Mas eu sou muito organizado. Por sinal, vou agora mesmo organizar meu quarto!
Ri muito.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

(off) Matemática divertida


Acho que estou perdendo o bom conceito que construí perante Pedrinho. Digo isso refletindo acerca da dificuldade que por vezes encontramos ao tentar fazer conta de cabeça e nesses momentos recorremos aos dedos das mãos. Na tentativa de fazer com que ele visse que a coisa não é mesmo tão fácil, propus-lhe um truque quando voltávamos para casa, no domingo, após a aula de evangelização no Centro. Como é sabido e notório, nós temos 10 dedos nas mãos, mas mostrei a Pedro que, na verdade, eu tinha um a mais e provei minha teoria:
apresentei uma das mãos e comecei a contar em ordem regressiva, a partir do 10; desse modo, no último dedo cheguei ao seis e em seguida apresentei a outra mão somando com o seis os cinco novos dedos, resultando em 11.
- Entendeu, Pedro?
Mas meu neto, do alto de seus sete aninhos, não cai mais na minha astúcia e disparou:
- Vovô Chico, você é um perfeito piadista!