sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

(off) Auxilio luxuoso

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Quando os meninos estão aqui em casa, geralmente a Vovó Bia dá um jeito de fazer com que eles colaborem nas tarefas domésticas. Hoje, essa sugestão envolveu até mesmo o pequeno Ulisses. Enquanto os mais velhos foram atender a avó, meu garotinho veio até mim que lavava os utensílios do café da manhã e perguntou:
- Vovô, você quer ajuda?
Consenti e pedi que ele tirasse um pano de prato da gaveta. Em seguida, dei-lhe um copo plástico para que o enxugasse. Contente, o menino correu para a sala e em poucos instantes estava de volta, proclamando a realização da tarefa:
- Vovô, já enxuguei, agora você lava! - e jogou o copo na pia.

(off) Paciência

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Nesta quinta-feira, de manhã bem cedo, vamos todos levar Ulisses para seu primeiro dia na escola. Tanto quanto ele, estamos exultantes, mas agora eu me pergunto sobre o que meu neto vai fazer lá, uma vez que hoje ele deu provas de ser muito inteligente. Antes do almoço, ele veio até meu escritório e vendo-me sentado ao computador pediu colo. Eu jogava uma partida de paciência e o menino prestava atenção na imagem na tela até que me indagou, manifestando uma dúvida que não observei em nenhum dos dois primos:
- Cadê o um?

(off) Oração na subida

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Ulisses, com seus pais e avós paternos, mais a Vovó Bia, passou o Carnaval em Andaraí, cidade incrustada na Chapada Diamantina. Além das trilhas e passeios por grutas e cachoeiras, essa turma também fez a escalada do morro do Pai Inácio, importante ponto turístico da região. Contou-me a Mamãe Ananda, na visita que nos fez nesta quarta feira de cinzas, que o menino, ao ouvir falarem no nome da curiosa montanha, chamou a atenção da genitora para o aprendizado religioso, provocando gargalhadas:
- É assim, mamãe: Pai Inácio que está no céu...

(off) Primeiro dia

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Acordamos cedo para o compromisso divertido de levar Ulisses à escola - só Tia Sal e os primos, Pedro e Laura, não foram junto, porque somente voltarão de Praia do Forte no domingo; os avós Lea e Gustavo, por morarem longe, também não puderam integrar nossa pequena caravana. Mas foi lindo observar o entusiasmo do garoto, que foi o primeiro a entrar na escola logo após o portão ser aberto. Ao chegar, ele conheceu sua professora Leda, e passou a brincar com os novos amiguinhos, ocupando-se principalmente com as bolas de futebol encontradas. Chamou a atenção de todos pela alegria e desenvoltura, mas ele passou esses dias todos treinando para esse momento. Estimulado pelos pais, meu netinho repetia este quase mantra, explicando como seria sua chegada à escola:
- Eu vou fazer toc-toc e vão perguntar "quem é?" e eu digo "é Ulisses!"; e falam "entre, Ulisses, fique à vontade".
E ficou!

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

(off) Sonho, cortes e gargalhadas


Num desses dias sonhei que carregava dois bebês que ainda usavam fraldas e no trajeto me desfazia dos dois, um por vez. Hoje é que observei o significado desse sonho, ao ser convocado por Mamãe Sal para cuidar de Ulisses e Lis enquanto ela levava Pedro e Laura ao pediatra. Como vocês sabem, ao ler estes relatos, eu me divirto muito com a graça de meus netos e hoje, na companhia desses dois bebês, não foi diferente. Minha função consistia em velar o sono de Lis e Ulisses, que só despertaram da sesta habitual lá pelas 15h30. Eu já havia gastado a bateria do celular e passado pela leitura do livro que atualmente prende minha atenção e naturalmente adormeci no sofá da casa de minha filha, só acordando quando ouvi um ruído ao meu lado. Era Ulisses que, desperto, começa a brincar com seu robozinho colorido. Perguntei-lhe por Lis e soube que a menina, um verdadeiro anjinho, também havia despertado mas mantinha-se na cama esperando quem a tirasse de lá. Dei-lhes a merenda e falei para Ulisses que viríamos todos para minha casa, para principalmente cortar as unhas das mãos dele. Foi nesse momento que meu neto me fez gargalhar, me dizendo que eu deveria fazer com sua amiguinha:
- Lis também! Vai cortar a mão de Lis, o pé de Lis...
Rindo, disse a ele que não faria nada disso e pusemo-nos os três em marcha.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

(off) Coisas de crianças

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Quando lembramos a Ulisses que ele só tem dois anos, meu netinho responde:
- Mas "vai" fazer três anos!
Digo isso, desde logo, para mostrar que ele, apesar de inteligência vivaz, ainda está na primeira infância e certas manifestações suas são pura criancice que nos fazem gargalhar. Foi o que aconteceu hoje, quando voltávamos para casa após o almoço e me ocorreu recordar um episódio da infância de Caio e Ananda. Minha terceira filhinha já contava quase dois anos de idade e, ao contrário de Ulisses, praticamente não falava, o que fez minha esposa recorrer ao filho super falante:
- Caio, ensine sua irmã a falar.
O menino, contudo, saiu-se com esta:
- Mas, mãe, ela é burra!
Ouvindo outra vez a história, Mamãe Ananda interrogou seu filho:
- Ulisses, você acha que sua mãe é burra?
Claro, o menininho negou, mas Caio, presente, fez a provocação cuja resposta nos levou às gargalhadas:
- E o que sua mãe é?
- Mulher!

sábado, 13 de janeiro de 2018