sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Do pai pro menino dele


Um mês, pra mim, seria mais um, se não fosse você, meu menino.
Agradeço por você em minhas orações, converso com Deus e digo que, se parasse pra pensar, qual seria o melhor presente que poderia receber? Coisa que fazia quando tinha uns quinze anos a menos nesta data, eu não saberia responder, mas, hoje, é claro que sei. Às vezes sinto-me com uma sensação indescritível, normalmente nós a chamamos de amor, eu digo mais, é um amor paternal e o melhor: só você pode despertar esta sensação em mim, por isso, além de lhe parabenizar, agradeço e não me esqueço de dizer que você realmente é uma fortaleza, uma verdadeira pedra, indestrutível como um diamante, talvez por isso que seu avô e seu tio encontrem tamanha inspiração para escrever coisas maravilhosas para você, já que seu brilho ilumina qualquer mente, meu menino.
Parabéns.

Papai Alexandre.
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PARABÉNS, GAROTÃO!!


Há dez meses que você nos faz feliz. Sim, eu não descarto os nove meses de espera ansiosa pra sabermos como você seria, como riria e com que ia parecer. É tão pouco tempo juntos, eu sei, mas tão grande é o sentimento. E a gente curte os bicos e caretas, as facetas pedrianas que o teu cotidiano de bebê nos oferece. E, como em prece, eu só peço ao nosso Pai que você seja a mais linda das crianças, com o peito transbordando de alegria e paz... partilhando isso comigo, sua dinda, seus avós e os seus pais. Ah, e quem mais quiser juntar-se ao fabuloso mundinho de Pedro, a pedrinha preciosa que a vida nos deu. Muita saúde, meu garoto. Amém.

[ Titio Caio ]
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Um mês!!!!


Pronto, gente, o grande dia chegou! É hoje que completo um mês de idade, de vida terrena. Obrigado a todos que torceram por mim e aguardaram este aniversário! Vamos comemorar! Minha mãe e minha vó estão fazendo um bolinho em minha homenagem. Mas nem pensam em me dar um pedacinho... Tem nada não, vou me empanturrar de leite!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Novo mimo

Quando Pedro veio ao mundo
Encontrou-me preparado
Para o esforço do trabalho
De cuidá-lo e mais amá-lo
O que fiz com mais carinho
Do que me julguei capaz
  
Dei-lhe a mão neste caminho
E não o deixarei jamais

É que Pedro é meu netinho
É meu filho e meu irmão
É meu pai e meu vizinho
O meu traço de união
Com a vida e com Deus...

Nova luz dos olhos meus.

É amanhã!!!!

Amanhã, dia 10 de outubro, eu vou completar um mês vivendo nesta cidade, neste país, neste mundo. Que experiência, viu? Já fiz de um tudo nesta minha curta vida no plano material. E o que fizeram de mim, então? Até sangue meu já tiraram! Três vezes!!! E ainda disseram ao meu avô que isso não dói. E por que eu chorei, hem? Mas também tenho passeado um pouquinho e recebido um monte de visitas. E no domingo, dia 5, fui cumprir, com minha mãe, o tal do dever cívico, nas eleições municipais. Eu não vi em quem minha mãe votou, pois meu avô ficou me segurando enquanto ela apertava uns botões por trás de um pedaço de papelão. Também, eu estava dormindo: como cheguei fui embora, nos braços de minha intrépida mamãe. Segundo meu avô, dever cívico mesmo quem cumpre são os garis que varrem as ruas depois que os tais cabos eleitorais sujam tudo com milhares e milhares de pedacinhos de papel...

Mais um mimo do vovô


Pedra que um dia será planta

Entende que o segredo é germinar

Diante dos milênios se espanta

Refém do eterno sono se agiganta:

Oh fogo, oh terra, oh água, oh ar!

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*Olha só, gente, meu avô também sabe fazer acrósticos!
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domingo, 5 de outubro de 2008

Faltam três dias

Daqui a três dias (leiam a data acima como 7 de outubro, tá?) eu vou completar um mês vivendo nesta cidade, neste país, neste mundo. Que experiência, viu? Já fiz de um tudo nesta minha curta vida no plano material. E o que fizeram de mim, então? Até sangue meu já tiraram! Três vezes!!! E ainda disseram ao meu avô que isso não dói. E por que eu chorei, hem? Mas também tenho passeado um pouquinho e recebido um monte de visitas. E hoje (domingo, dia 5) fui cumprir, com minha mãe, o tal do dever cívico, nas eleições municipais. Eu não vi em quem minha mãe votou, pois meu avô ficou me segurando enquanto ela apertava uns botões por trás de um pedaço de papelão. Também, eu estava dormindo: como cheguei fui embora, nos braços de minha intrépida mamãe. Segundo meu avô, dever cívico mesmo quem cumpre são os garis que varrem as ruas depois que os tais cabos eleitorais sujam tudo com milhares e milhares de pedacinhos de papel...